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Dependência emocional

A dependência emocional vem em uma crescente atenuante, sem distinção de classe social. Ela permeia em diversos espaços, seja no trabalho, no nosso bairro ou até mesmo em nossa família.
O dependente geralmente não percebe – e por questões que correspondes a aspectos mais profundos da mente –  acaba se relacionando com o indivíduo oposto, de caráter controlador/manipulador, dentre outros.
O maior complicador neste tipo de relação é por parte do dependente, pois o indivíduo não reconhece os malefícios e danos que vive durante o relacionamento, culpabiliza sempre o outro que tenta alertar, muitas vezes se revolta contra a família e amigos; vive submisso, com o objetivo de agradar seu companheiro(a) a todo custo.
E é preciso considerar um aspecto muito embaraçoso que a maioria das pessoas não se atentam (até as pessoas de fora): O “problema” não está (apenas) no controlador/manipulador. A pessoa que sofre da dependência emocional costuma ter um perfil atrativo pré-estabelecido, fazendo com que busque o mesmo tipo de indivíduo para se relacionar.
O grande perigo nessa repetição além de ter um relacionamento conturbado (com um indivíduo confuso, trazendo complicações para ambos), surgir uma pessoa mal intencionada, que pode trazer caos inimagináveis, tanto para o dependente como para as pessoas que a rodeiam.

Sendo assim, o que fazer?

A melhor escolha é a terapia, pois é no processo terapêutico que tais movimentos/comportamentos destrutivos são elaborados, entendidos e superados. É a busca pelo amor-próprio, pelo auto-perdão, pela liberdade de ser autônomo de si.